O convite no WhatsApp: o que funciona
No WhatsApp, mandar na conversa individual funciona melhor que no grupo: no grupo o convite some no meio das mensagens e ninguém se sente convidado pessoalmente. E o que faz a pessoa responder não é a arte do convite, é ter um link de confirmação que abre num toque, sem instalar nada e sem criar conta.
Praticamente todo convite no Brasil passa por lá. Vale entender como a mensagem se comporta antes de caprichar na arte.
Conversa individual responde mais que grupo
No grupo, a mensagem é de todos e de ninguém: cada um assume que outro vai responder. Na conversa individual, o convite é dirigido — e a resposta vem mais.
O grupo funciona bem como lembrete, depois de o convite individual já ter saído.
A imagem é vista; o vídeo é assistido — às vezes
A imagem aparece na conversa e é lida em um segundo. O vídeo precisa de um toque, de dados e de atenção — ganha em impacto e perde em alcance.
Para lista grande, imagem. Para quem é mais próximo, vídeo. Não é preciso escolher um só.
O link importa mais que a arte
A arte faz a pessoa parar para olhar. O link é o que transforma isso em uma resposta que você consegue contar. Um convite lindo sem um jeito claro de responder devolve o problema para você: perguntar de um em um.
Um link pessoal — que já sabe quem é a pessoa e não pede cadastro nenhum — remove o único passo em que se perde gente.
Escreva o texto para ser lido em três segundos
Quem recebe está no meio de outra coisa. Nome da festa, dia, hora, lugar, e o link. O resto — o que vestir, se tem estacionamento, se pode levar criança — cabe no convite que abre pelo link, e não na mensagem.
Mande aos poucos, e saiba onde parou
Sessenta convites não saem de uma vez. Eles saem entre um compromisso e outro, ao longo de dias — e é assim que alguém sempre fica de fora ou recebe duas vezes. Marcar quem já recebeu é menos glamouroso que escolher a fonte do convite, e resolve um problema maior.